10 de novembro de 2010

Scott Pilgrim VS o Mundo (Scott Pilgrim VS the World - 2010)


Já imaginou um filme que começa mostrando o logo da Universal em 8bits com som à la Atari? A partir daí você já tem uma ideia do que esperar de Scott Pilgrim VS o Mundo.

O mundo em que Scott (Michael Cera, de Superbad) vive é exatamente assim, um jogo de vídeo game onde tudo é misturado e a vida é feita de fases.

O filme, baseado na HQ de mesmo nome, é impecável! O visual e gráficos são uma verdadeira homenagem aos quadrinhos e games de 8bits. Nunca antes foi feita uma adaptação melhor e mais rica do que essa, onde podemos assistir a um ‘filme em quadrinhos’ com todas as onomatopeias às quais tem direito.

É também curioso como foi usado uma mistura de ‘tempo e espaço’ para contar a história, e é assim que começa a trama: Scott tem um sonho onde aparece Ramona Flowers (Mary Elizabeth Winstead, de Duro de Matar 4.0) e logo depois tem certeza de que ela é a princesa a ser salva e o prêmio final do game, pois a vê na biblioteca após acordar. Para poder namorar com Ramona, Scott deve derrotar seus 7 ex-namorados malignos, em duelos, assim como nos games do Super MarioStreet Fighter e até de dança e música. É claro que, como em todos os jogos de ação, o protagonista faz de tudo para ficar com a mocinha, mesmo não sabendo direito quem ela é ou foi.


A Liga dos Ex-Namorados Malignos, como são conhecidos, tem um jeito diferente de duelar, seja em artes marciais ou luta de espadas.Cada um é uma fase a ser ultrapassada, literalmente, e vai ficando cada vez mais difícil. Detalhe para quando um deles é derrotado, eles viram moedas, ao melhor estilo de Super Mario, bônus que dão armas especiais e até uma vida extra (1Up!).

O filme é dirigido por Edward Wright (Todo Mundo Quase Morto), ou seja, é cômico e com piadas inteligentes. Ação, romance e humor nerd na medida certa! É um épico pós-moderno que vale 'totalmente' a pena assistir!

9 de novembro de 2010

Adeus, Lênin! (Goodbye, Lenin! - 2003)


Hoje o mundo comemora 21 anos da "Queda do Muro de Berlim", marco do fim da Guerra Fria. Para entender melhor o contexto, o Geógrafo e cinéfilo, Marcus Zecchini, também conhecido como @mzecchini, nos honra com sua crítica ao filme Adeus, Lênin!. Segue abaixo o seu texto:

Podemos dizer que o filme Adeus, Lênin é didático, pois aborda de forma bem caricata como foi o processo da inserção da Alemanha Oriental (Socialista) no mundo Globalizado, já capitalista financeiro e monopolista, mostrando, também, como era o modo de vida de um país socialista: sérios problemas de liberdade de escolha e expressão, forte repressão, etc. Era, entretanto, um país na qual o Estado intervia sempre, com boa educação e saúde, basicamente.

Esses foram os motivos que levei Adeus, Lênin para a sala de aula, para fortalecer os conteúdos abordados. O resultado, a meu ver, foi bom, pois mostrou muito bem a realidade da época, que fora um período pós-glasnost e perestroika que foi uma reestruturação econômica e social da extinta União Soviética, que atingiu, também os países do Leste da Europa.

O filme é simples e chega a ser tragicômico, pois mostra a vida dura de Alex Kerner (Daniel Brühl) e sua família. Centrada na história da mãe de Alex, Christiane Kerner (Katrin Saß), uma senhora que trocou os homens pelo Sistema Socialista, ao ver seu filho em uma passeata em apoio à unidade das Alemanhas, teve um colapso, entrou em coma por 8 meses e, nesse tempo, o Muro de Berlim caiu, alguns governantes socialistas retiraram-se de seus cargos e o capitalismo (meio mais ilustrado pela Coca-Cola) entrou, de fato, na antiga República Democrática Alemã (RDA ou DDR). Se sua mãe tiver outro ataque cardíaco ela pode falecer e, então, neste contexto, Alex tenta a todo custo, com ajuda de amigos e familiares, mostrar à mãe que nada mudou e que ainda continuam na velha RDA.

As atuações de Daniel Bruhl são sempre seguras, assim como de Katrin Sass. A sátira à TV estatal, que dispunha de apenas fazer propagandas ao Socialismo é magnífica e, durante o filme, rimos muito com Dennis Domashcke (Florian Lukas) se passando por apresentador da TV para enganar a mãe de Alex sobre o que está acontecendo na, já extinta, RDA.

Vale a pena comentar a cena da "construção" do quarto socialista de Christiane, há uma nítida menção à Laranja Mecânica (de Stanley Kubrick), na clássica cena em que Alex (!!!), está em seu quarto com duas belas mulheres ao som do Ludwig Van Beethoven.

Pode-se dizer que esta obra é estilo "Sessão da Tarde", mas sempre há bons filmes que passam nas tardes cheias de aventuras e confusões. Seria de se lamentar caso perdêssemos a chance de ver Adeus, Lênin!. Então, vejam SIM este filme, nota 9!

Eu me aprofundaria mais nos comentários técnicos e outros detalhes. No entanto, minha intenção é de dar pitacos sobre o contexto histórico/filosófico dos filmes. Até o próximo!!!


Título Original: Good Bye, Lenin!
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 118 minutos
Ano de Lançamento (Alemanha): 2003
Direção: Wolfganger Becker
Roteiro: Wolfganger Becker e Bernd Lichtenberg
Produção: Stefan Arndt
Elenco:
Daniel Brhül (Alexander Kerner)
Katrin Sab (Christine Kerner)
Maria Simon (Ariane Kerner)
Chulpan Khamatova (Lara)
Florian Lukas (Denis)
Alexander Beyer (Rainer)
Burghart Klaubner (Robert Kerner)
Michael Gwisdek (Diretor Klapprath)
Christine Schorn (Frau Schäfer)
Rudi Völler (Rudi Völler)
Helmut Kohl (Helmut Kohl)

- Indicado ao Globo de Ouro, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
- Indicado ao BAFTA, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
- Indicado ao Cesar, na categoria de Melhor Filme Europeu.
- Vencedor do Goya na categoria de Melhor Filme Europeu.
- Vencedor de 6 prêmios no European Film Awards, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Ator (Daniel Brühl), Melhor Roteiro, Melhor Diretor - Prêmio do Público, Melhor Ator - Prêmio do Pùblico (Daniel Brühl) e Melhor Atriz - Prêmio do Público (Katrin Sab). Foi ainda indicado nas categorias de Melhor Diretor e Melhor Atriz (Katrin Sab).
- Vencedor do prêmio Blue Angel, no Festival de Berlim.


Fonte: Adoro Cinema

8 de novembro de 2010

Toy Story 3 ("Toy Story 3", 2010)


Desde a infância, após ter enxergado nas telonas a possibilidade de brinquedos ganharem vida com a saída do dono daquele quarto, posso garantir que nunca mais fui o mesmo. OK, essa não deve ser a frase mais madura que você já leu por aqui, mas tudo bem… É verdadeira. Saí do cinema inquieto e lembro de ter chegado no meu quarto com olhar desconfiado, na procura de algum carrinho ou boneco da Liga da Justiça fora de lugar. Indiferentemente de ter encontrado ou não (Meus brinquedos lembram melhor que eu onde foram deixados, ¬¬), tinha definido lá qual era meu desenho preferido dos Estúdios Disney Pixar. Era uma grande novidade por ser um desenho com dimensão distinta da 2D e a história era excepcional. Este filme tem um significado único para este que vos escreve, já que quando ganhei minha inesquecível viagem para os parques norte-americanos da Disney foi BEM a época de lançamento do filme (Sim, eu tenho os bonecos de Woody e Buzz). Dada esta (Não tão) breve introdução, vou falar hoje do filme que fecha a melhor trilogia animada que já assisti: TOY STORY 3!

Na última aventura da turma com sentimentos de nylon, o pequeno Andy cresceu e está de partida para a faculdade. Em alguns países dos exterior, quando o aluno entra na Universidade ele se muda para um alojamento ou república próxima do centro acadêmico, e com o garoto não é diferente. Dada a notícia, chega outra pior ainda: Alguns brinquedos serão jogados no lixo, outros guardados no sotão e um ou outro, com muita sorte, será levado com o moleque para a faculdade (IMAGINE você no quarto com uma “estudante” pronto para uma… brincadeira, e ela avista o Buzz dando tchau! Além de você não faturar, leva a fama de viado de lambuja! #NaoLeveWoodyBuzz ). Na peneira, todos os brinquedos vão para o saco do sotão, a salvo o cowboy Woody que vai pra caixa destinadas a faculdade. Por engano, a mãe de Andy pega o saco com os brinquedos e o confunde com lixo, colocando-o na rua para coleta e iniciando assim a aventura.

Woody, ao perceber o engano, sai da caixa e corre para salvar a pele (Ou seria “pano”?) de seus amigos. Afastados do perigo que um caminhão de lixo pode proporcionar a um brinquedo, eles (Incluso o cowboy) se encontram no carro da mãe do garoto a caminho da creche Sunnyside. Lá, são recepcionados pelos novos personagens do filme: Bebezão (Um boneco destes grandes todo rabiscado que, assim como um bebê, só emite sons e não sabe montar uma palavra ao menos), Ken (Um boneco metrossexual muito do suspeito que acaba se envolvendo com a Barbie que veio da irmã de Andy) e Lotso (Um urso aparentemente confiável, mas não se deixe enganar por seu cheirinho de morango: Ele domina a creche para que ninguém fuja dela!). Antes das reais faces destes três vir a tona, Woody tenta voltar para a casa de seu eterno dono quando acaba “adotado” por uma menininha de saída da creche, que o leva para sua casa (Esta a poucos quarteirões da de Andy). Na casa dela, volta a se sentir “útil” pela garota brincar com ele como a muito tempo não brincavam mas, mantendo o antigo dono em mente, decide partir para seu destino inicial ao ser pego de surpresa por uma notícia: Seus amigos correm perigo em Sunnyside. Sem pestanejar, reformula a rota e entra na mochila da pimpolha novamente rumo a creche.

Durante a primeira “estadia” na nova casa, a turma quase não sobrevive as pancadas da molecada e já sente saudades do marasmo que se encontravam. Como tudo que é ruim pode piorar, para nossos pequenos amigos esta errata se confirma: Procurando uma maneira de fugir, Buzz Lightear é capturado por Bebezão e entregue a Lotso, que desconfigura o boneco e o trás “para o lado negro da força”, fazendo-o aprisionar seus amigos e vigiá-los durante a madrugada para evitar possíveis fugas. Com o retorno de Woody ao local, os brinquedos crêem que nem tudo está perdido!


Após Barbie “torturar” Ken, ela consegue o manual de Buzz e o novo concerto do brinquedo sai pior que a encomenda: Desta vez, Buzz assume-se como um patrulheiro das galáxias ESPANHOL!! Um dos momentos mais hilários do filme fica por conta das investidas deste “novo astronauta” na vaqueira Jessie. Conseguindo escapar com um plando DIGNO DE McGYVER, a turma se depara com o trio Ken, Lotso e Bebezão impedindo-os de fugir no momento final. Após uma conversa motivacional (Coisas de Disney), Bebezão percebe que ser o “bad baby” não tá com nada e joga o urso num latão de lixo. Tudo bem, tudo certo até o pé de Woody enganchar e ficar preso, sendo puxado pelo urso e levando os brinquedos para o lixão. É, a aventura não terminou!


No lixão, eles quase são moídos e queimados mas na hora H, são salvos pelos ETzinhos do Pizza Planet! Confesso pra você que pensei que tudo tinha ido pra merda quando os bonecos se deram as mãos de encontro ao fogo, em pleno silêncio. Após o salvamento pelo “garra”, nossos brinquedos preferidos chegam a casa de Andy e vão direto para a caixa inicialmente destinada ao sótão, mas um post-it de Woody no topo do papelão faz seu dono acatar o pedido do brinquedo (Pensando ser da mãe) e deixa os brinquedos na casa da menininha que Woody passou os dias que esteve fora da creche. TODOS os brinquedos. O filme termina com o garoto apresentando brinquedo por brinquedo a sua nova dona e pedindo que ela cuide bem daqueles que, por muito tempo, foram seus melhores amigos. Andy vira as costas, entra no carro e os brinquedos que estão no saguão da casa nova observam o carro partir, despedindo-se discretamente. Não sei na sessão que você pegou, mas na minha teve gente soluçando de tanto chorar ao subir dos créditos.

Na versão internacional do filme, Tom Hanks e Tim Allen dão vida a Woody e Buzz, respectivamente. Entretanto, sou da opnião que desenho tem que ser dublado! A dublagem trás gírias e sacadas que você facilmente perderia se só acompanhasse as legendas ou não prestasse atenção as falas em língua estrangeira. Com esta obra não é diferente: Quase todas as falas do casal Cabeça de Batata são irônicas, assim como o impagável “portunhol” de Buzz Lightear. Tudo no filme vai bem e você se sente bem ao fim pela película ter evitado exageros que provavelmente acabariam por arranhar o mérito da animação.
Com um desfecho destes, “TOY STORY 3″ entra para o hall de grandes obras dos estúdios Disney Pixar e, em definitivo, no imaginário de crianças e adultos que sempre que voltarem ao quarto de Andy, irão “ao infinito e além”!


Postado por Diego Mercado

5 de novembro de 2010

[CINEMA] Estréias – 05/11/2010

As estréias deste fim de semana chegaram para te tirar da cadeira (Seja para rir, seja para te aterrorizar!). Acompanhe abaixo os principais filmes que chegam as telonas neste 05/11/2010:

“JOGOS MO
RTAIS – O FINAL” (“SAW 3D” – 201
0)
DIREÇÃO: David Hackl
ELENCO: Cary Elwes, Tobin Bell, Costas Mandylor, Betsy Russell, Sean Patrick Flanery, Gina Holden, Chad Donella, Laurence Anthony , Dean Armstrong e Naomi Snieckus
GÊNERO: Terror

Sim amigos, mais um filme da franquia “JOGOS MORTAIS”! Passou tanto tempo desde o lançamento do 1º que daria tempo de Jigsaw (Tobin Bell) ter até reencarnado… Desta vez, a história gira em torno de um grupo de sobreviventes dos jogos sádicos anteriores que saem à procura de Bobby Daggen (Sean Patrick Flanery), sobrevivente do último filme que se tornou perito em autoajuda. Porém, o que ninguém contava é que Bobby não é exatamente “merecedor” de ter levado a rodada anterior.

Nos Estados Unidos, o 7º filme da franquia desbancou em sua estréia o não menos aterrorizante “Atividade Paranormal 2″. O grande diferencial do filme (Talvez, o único) é sua versão em 3D para os cinemas mundiais. É uma boa pedida também para quem odeia a banda Linkin Park, já que o vocalista Chester Begninton “brincará” nesta nova aventura…

“UM PARTO DE VIAGEM” (“DUE DATE”, 2010)
DIREÇÃO: Todd Phillips
ELENCO: Robert Downey Jr., Zach Galifianakis, Michelle Monaghan, Juliette Lewis e Jamie Foxx
GÊNERO: Comédia

Peter Highman (Downey Jr.) é um pai de 1ª viagem que tem uma difícil tarefa a concluir: Atrave
ssar o país com destino à Atlanta para testemunhar o nascimento de seu filho. Com o tempo passando, Peter acredita que a salvação de seus problemas está em Ethan Tremblay (Galifianakis) um aspirante a ator completamente atrapalhado que lhe oferece carona. A partir daí, o filme promete grandes risadas com situações que vão de destruição de carros ao limite da paciência de Peter.

Colecionador de sucessos, Robert Downey Jr. encabeça o elenco de estrelas deste filme, o qual já fora comparado a outro grande sucesso protagonizado por Zach Galifianakis, Se Beber Não Case. A pouco menos de uma semana, o mesmo ator acendeu um cigarro de maconha num talk-show americando em plena divulgação do filme: Visto que está numa carreira em crescente evolução, atitudes como esta de Zach podem tanto chocar para o bem como par o mal. Se for julgar ao público que assiste seus filmes, é interessante o cara não fumar mais nem cigarro porque a película foi divulgada, mas o filme do cara queimou…

“SCOTT PILGRIM CONTRA O MUNDO” (“SCOTT PILGRIM AGAINST THE WORLD”, 2010)
DIREÇÃO: Edgar Wright
ELENCO: Michael Cera, Mary Elizabeth Winstead, Chris Evans, Brandon Routh, Jason Schwartzman, Aubrey Plaza, Kieran Culkin, Anna Kendrick e Mark Webber
GÊNERO: Aventura

Baseado na série de quadrinhos de Bryan Lee O’Malley, “SCOTT PILGRIM CONTRA O MUNDO” conta a história de um garoto (Cera) que, para conseguir conquistar seu grande amor (Winstead), terá que lutar contra seus 7 ex-namorados “bad boys”. Vale lembrar: Todos neste filme possuem superpoderes.

Inicialmente, você pode julgar o filme como extremamente infantil e, se não abrir os olhos, poderá sair da sala de cinema com a mesma idéia. Mas caso “deixar-se entreter” pela linguagem HQ e efeitos que mais parecem ter saído dos games de ação, a película de Edgar Wright promete ser uma boa opção para a temporada rasa de heróis com superpoderes apoteóticos.


Estreias por Diego Mercado. Divirtam-se!

4 de novembro de 2010

O Livro de Eli (The Book of Eli, 2010)

Confesso que fui muito resistente a ver o Livro de Eli. Imaginava que seria apenas mais um filme "pós-apocalipse", seguindo a linha de filmes como Eu Sou a Lenda, Mad Max e Exterminador do Futuro: A Salvação. O filme, entretanto, me surpreendeu. Ainda bem, pois esta é a proposta dele, surpreender. Novamente um filme com Denzel Washington (de O Colecionar de Ossos) como protagonista não tem erro. O que me agradou na obra foi a temática diferenciada, é o primeiro que aborda o poder da religião num futuro onde planeta foi quase totalmente destruído. 

Denzel Washington é Eli, um andarilho neste mundo após a destruição do planeta (se por guerra ou efeitos climáticos, não se esclarece no filme). Eli é super-habilidoso com armas e em artes marciais e está atravessando o que era os Estados Unidos rumo ao Oeste. Ele está caminhando por todos os lados há 30 anos com um livro que lê todos os dias. Logo, se descobre tratar-se da Bíblia e que ele pretende levar a um lugar que esteja pronto para recebê-la, pois é o último exemplar - todos os outros teriam sido destruídos e queimados pela população sobrevivente do "apocalipse".

O ambiente do mundo criado pelos diretores Allen e Albert Hughes lembra muito Mad Max, tudo é muito deserto, sem água ou comida, (ao ponto de algumas pessoas virarem canibais). As roupas são as melhores, só trapos em um estilo meio punk, meio grunge. 

Mila e Denzel, amizade e esperança.
No seu caminho, Eli chega a uma cidade em ruínas, onde conhece Carnegie (Gary Oldman, de Batman Begins), o administrador deste lugar. Ambicioso e com o desejo de controlar as pessoas, Carnegie está à procura da Bíblia, pois ele conhece o poder das palavras contidas nela e tenta, a todo custo, capturar o livro de Eli quando descobre que o último exemplar está em suas mãos. É quando o protagonista se vê envolvido com uma moça que vira sua amiga e companheira de jornada, Solara (Mila Kunis, de Max Payne). Eli não pode entregar o livro para Carnegie, pois ele recebeu uma "mensagem divina" de que sentiria quando chegasse a hora de entregar o livro.

Quer saber o final? Assista o filme, é surpreendente. Vale a pena. A direção de arte é fantástica. Denzel te engana do início ao fim, Mila cativa e Gary, como vilão, é sensacional!

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