Mostrando postagens com marcador Infantil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Infantil. Mostrar todas as postagens

23 de novembro de 2016

Animais Fantásticos e Onde Habitam


Sete livros que deram origem a oito filmes de grande sucesso de público e crítica. Ao término das aventuras de Harry Potter no cinema, muitos ficaram órfãos, pois não puderam mais viajar para aquele mundo mágico, onde a fantasia e realidade ficavam separadas em apenas meros detalhes. Mas como o mundo de J.K Rowling é vasto, não fiquei surpreso ao anunciarem Animais Fantásticos e Onde Habitam como uma nova franquia da qual se explorasse mais daquele mundo cheio de conteúdo.

Com roteiro da própria escritora J.K Rowling, a trama se passa no ano de 1926 em Nova York, onde vemos o jovem bruxo Newt Scamander (Eddie Redmayne) desembarcar na cidade para ajudar determinados animais dos quais ele carrega em sua maleta. Durante a sua chegada, ele acaba acidentalmente trocando a sua maleta por um humano chamado Jacob Kowalski (Dan Fogler) e fazendo com que alguns de seus animais acabassem se soltando. Além de ter que recuperá-los, Scamander enfrenta tanto resistência de regras impostas pela comunidade de bruxos da cidade, como também de forças malignas e misteriosas que colocam o local em perigo.

Responsável pelos títulos dos quais se explorou o amadurecimento de Harry Potter nas últimas aventuras para o cinema, David Yates retorna à cadeira de cineasta para comandar esse mundo mágico já tão familiarizado e que novamente consegue com certo êxito. Vale destacar o fato do filme não exigir da pessoa de primeira viagem a ter que ver todos os filmes anteriores, já que a trama se passa no passado e bem desprendido de tudo do que já foi visto. Sendo assim, nos é apresentado uma trama fresca, do qual se explora não somente a magia, como também outros temas, que vai desde a proteção aos animais, como também assuntos espinhosos com relação à igreja e o bullying.

Falando nisso, é preciso salientar que, embora a franquia tenha nascido para atrair pessoas de todas as idades (principalmente os pequenos), esse primeiro filme possui dois tons distintos, dois quais fica oscilando do começo ao fim do filme. Se os primeiros filmes do jovem bruxo eram leves e coloridos, aqui isso também há, mas dando espaço para momentos sombrios e até mesmo assustadores. Isso causa uma sensação de estranheza, como se por um momento estivéssemos vendo dois filmes diferentes em um, mas nada que prejudique muito o resultado final da experiência.

Em termos de efeitos visuais, novamente eles dão um verdadeiro show. Aqui, por exemplo, não há regras a limites de espaço com relação a salas ou objetos, já que todos possuem um espaço vasto: a sequência onde mostra a real natureza da maleta do protagonista, onde se encontra todos os seus animais, é uma das melhores partes do filme.

Mas é claro que nada disso funcionaria se não houvesse personagens cativantes, sendo que aqui há, pelo menos em parte. Diferente de Harry Potter, conhecemos Newt Scamander já como adulto, carregando consigo inúmeras histórias ainda misteriosas e que poderá ser futuramente exploradas. Embora já tenha provado o seu grande talento em filmes como Teoria de Tudo e Garota Dinamarquesa, Eddie Redmayne me passa a ligeira sensação de que não consegue se desvencilhar dos seus personagens anteriores, já que seus cacoetes e trejeitos remetem a eles. Se isso não ajuda, pelo menos não atrapalha na sua interpretação como Newt Scamander, já que ele nos passa um personagem que oscila entre timidez com excentricidade e se livrando de qualquer comparação com o jovem bruxo Potter.

Mas quem acaba realmente se destacando na trama é justamente um trouxa (ou 'não-maj', como se fala na Nova York) Jacob Kowalski, interpretado de uma forma leve e emocional por Dan Fogler. Fazendo o típico personagem que está no lugar errado e na hora errada, Jacob foi criado para o filme como uma espécie de representação de nós, meros mortais, perante as situações extraordinárias, mas que ao mesmo tempo consegue manter certa lucidez perante a tudo que vê. Alguns dos momentos tanto de humor, como também os emocionais, são justamente protagonizados por ele e os minutos finais da trama selam o seu destino dentro dela de uma forma muito bela e poética.

Claro que nem tudo são flores com relação a personagens. Porpentina Goldstein (Katherine Waterston) meio que se perde em alguns momentos na trama, mas ganha nivelação graças à presença de sua irmã Queenie Goldstein (Alison Sudol). E, se o veterano Jon Voight é jogado na produção para interpretar um personagem dispensável, sua situação acaba não sendo pior se comparada a de Colin Farrell, cuja sua interpretação engessada acaba prejudicando na construção do personagem Percival Graves. Pelo menos, tanto o personagem como intérprete, dão lugar a uma revelação bombástica e que terá consequências nas próximas aventuras no cinema. 

Entre acertos e erros, Animais Fantásticos e Onde Habitam começa muito bem e abrindo inúmeras possibilidades futuras para o universo de fantasia criado J.K Rowling para o cinema.



28 de outubro de 2016

DICA DE CINEMA: TROLLS

TROLLS
27 DE OUTUBRO NOS CINEMAS
Classificação Indicativa: Livre
Distribuidora: Fox Film 
Gênero: Animação
Direção: Mike Mitchell
Elenco: Anna Kendrick, Zooey Deschanel, Justin Timberlake
Dubladores: Jullie como Poppy, Hugo Bonemer como Tronco e Hugo Gloss como Guy Diamante
Sinopse: Trolls, da DreamWorks Animation, é uma irreverente comédia extravagante com músicas incríveis! Dos geniais criadores de Shrek, Trolls é estrelado por Anna Kendrick como Poppy, a otimista líder dos Trolls, e seu total oposto, Tronco, interpretado por Justin Timberlake. Juntos, essa improvável dupla de Trolls deve embarcar em uma aventura que os leva muito além do único mundo que eles conhecem.

26 de agosto de 2016

DICA DE CINEMA

PETS – A VIDA SECRETA DOS BICHOS
25 DE AGOSTO NOS CINEMAS
Classificação: Livre

SOBRE O FILME:
Produção: Chris Meledandri e Janet Healy
Direção: Chris Renaud e Yarrow Cheney
Roteiro: Cinco Paul, Ken Daurio e Brian Lynch
Sinopse: Para sua quinta colaboração de longa-metragens animados, a Illumination Entertainment e a Universal Pictures apresentam Pets - A Vida Secreta dos Bichos, uma comédia sobre a vida que nossos animais levam depois de sairmos para o trabalho ou para a escola todos os dias.


10 de julho de 2016

DICA DE CINEMA

A ERA DO GELO: O BIG BANG
ESTREIA: 07/07/16
Verifique classificação indicativa.
SOBRE O FILME
Distribuidora: Fox Film
Gênero: Animação
Direção: Mike Thurmeier, Galen T. Chu
Elenco: Jeff Goldblum, Maika Monroe, Liam Hemsworth
Sinopse: A épica perseguição de Scrat pela noz o impulsionou ao universo, onde ele acidentalmente desencadeia uma série de eventos cósmicos que transformam e ameaçam A Era do Gelo. Para salvarem-se, Sid, Manny, Diego e o resto do grupo devem deixar sua casa e embarcar em uma missão cheia de comédia e aventura, viajando por novas terras exóticas e encontrando uma série de novos personagens coloridos.

6 de julho de 2016

PROCURANDO DORY (2016)

Sempre quando via e revia Procurando Nemo eu sempre enxergava Dory como uma espécie de anjo da guarda para Marlin, pois sem ela, ele jamais teria chegado ao seu destino e encontrado seu filho Nemo. 

Passado mais de uma década, Procurando Nemo virou um clássico instantâneo, fazendo com que todo fã desejasse um dia revisitar aquele mundo mágico do fundo do oceano. Eis que então surge Procurando Dory, um filme que situa a peixinha azul como protagonista e coloca uma luz em seu passado até então misterioso. Já nos primeiros minutos do filme conhecemos Dory quando era pequenininha, sendo muito bem cuidada pelos seus pais, já que desde cedo ela sofre de perda de memória recente. Mesmo tentando se esforçar para não esquecer, Dory acaba se perdendo dos seus pais e cresce procurando eles, mesmo quando se dá conta que não sabe mais exatamente o que está procurando. Os flashbacks dos primeiros minutos da trama terminam exatamente quando Dory conheceu Marlin, quando esse último estava correndo atrás do barco que estava levando Nemo e é ai que a trama começa, voltando para o presente.

Dirigido pelos cineastas Andrew Stanton e Angus MacLane, o filme não é somente direcionado para o público jovem, mas também para aquelas crianças que cresceram curtindo e amando aventura anterior. Porém, como é de costume nas produções Pixar, o filme possui uma forte carga de mensagens bem adultas, das quais, talvez, algumas crianças não venham a entender, mas deixará os adultos emocionados. Não tem como não se emocionar com cada momento em que Dory vai conseguindo se lembrar dos seus pais e fazendo com que ela vá à procura deles custe o que custar.

Acompanhado de seus amigos Marlin e Nemo, a cruzada de Dory a leva para um parque aquático, onde algumas pistas localizadas fazem com que sua memória dispare inúmeras imagens que ela havia esquecido. É surpreendente como pequenas coisas fazem com que a memória da protagonista funcione, fazendo com que ela mergulhe num passado cheio de amor, mas do qual também sentiu a perda ainda muito cedo. No parque aquático, Dory acaba descobrindo que tem uma amiga baleia com problemas de cegueira e é a partir dela que descobrimos como ela sabia se comunicar com outras baleias. Essa e outras descobertas são reveladas ao longo da aventura, destrinchando alguns segredos até então desconhecidos da personagem.

É destes segredos que descobrimos também porque uma personagem, com um problema tão grande como perda de memória, consegue ter uma alta estima tão grande e superando obstáculos que parecem impossíveis de serem superados. Ela acaba então se tornando uma contra-parte do novo personagem que surge em cena que é Hank, uma lula que sempre deseja fugir para um lugar isolado. É claro que esse encontro de dois mundos irá fazer com que ambos aprendam um pouco um do outro e gerar inúmeros momentos de boas reflexões.

Embora com inúmeras cenas de ação de encher os olhos, são, na realidade, as cenas dramáticas que fazem com que os nossos olhos se encham de lágrimas. Dory tinha todos os motivos que a levassem a desistir de tudo, mas é graças aos ensinamentos dos seus pais, do qual ela guardou fundo na sua alma, é o que fez dela ser o que é e continuar a nadar e nunca desistir. As cenas em que ela busca lembranças das mais simples coisas, como pequenas conchas (peça chave), e que fará com que ela siga uma linha de raciocínio, são emocionantes e uma lição de vida para toda pessoa que acha que qualquer problema lhe torna então incapaz de seguir adiante.

Com uma bela homenagem ao filme A Origem nos minutos finais do ato final da trama, Procurando Dory termina com a nossa protagonista partindo para o mar infinito, fazendo com que a gente deseje que ela não vá muito longe para não se perder, mas ao mesmo tempo a gente tem a absoluta certeza que ela achará o caminho de volta, pois ela mesma sempre nos ensinou a continuar a nadar para então achar a solução.

24 de junho de 2015

Divertida Mente (Inside Out, 2015)

Você está triste, mas se contém para não chorar. Porém, um ente querido seu se aproxima e lhe pede para colocar para fora a dor que está sentindo. Quando você faz isso não se sente melhor?

Todo o ser humano que se preze com certeza já passou por essa situação que, embora incomode, ela é essencial perante aos obstáculos e o amadurecimento durante o percurso da vida. As pessoas não mudam, mas o mundo em nossa volta sim e, a cada momento, surgem novos desafios para encará-los de frente, sem jamais desprezar o que está realmente sentindo durante esse percurso. No mais novo filme da Pixar, Divertida Mente nos ensina a jamais travar os nossos sentimentos, pois são eles que nos fazem ser realmente humanos.

Dirigido por Pete Docte (Up: Altas Aventuras) acompanhamos o dia a dia de Alegria, Medo, Raiva, Repulsa e Tristeza, cujo trabalho desse grupo colorido é administrar da melhor maneira possível os sentimentos da menina Riley durante a sua vida. Porém, algo dá errado, e Alegria e tristeza acabam saindo da sala de controle e gerando conflitos internos na menina, dos quais Medo, Raiva e Repulsa não conseguem administrar.

Sim, a trama toda se passa no subconsciente da menina, sendo que os personagens e o universo criado ali pelos produtores são tudo de uma forma abstrata, mas de uma forma tão viva e inovadora que a gente se deleita com tudo que aparece na tela. Mas embora inovador, é de se tirar o chapéu para os roteiristas Pete Docter, Meg LeFauve e Josh Cooley ao fazer com que aquele universo que se passa na cabeça da menina soe familiar e que remetesse à nossa infância. Afinal, quem aqui durante a infância, não imaginou alguma vez que a nossa mente fosse administrada mais ou menos de forma parecida vista na tela? Pelo menos em algum momento da minha infância eu imaginava, tornando então essa sessão muito mais nostálgica!

Cada parte daquele universo tem um significado, desde memórias guardadas, medos escondidos, a forma como o sonho é criado (no momento mais hilário do filme) e o fundo do esquecimento, onde infelizmente algumas lembranças são esquecidas. Nessa jornada para voltar à sala de controle, Alegria e Tristeza não somente conhecem mais aquele lugar aonde vivem como também aprendem cada vez mais o real papel de cada uma que precisa exercer na vida de Riley. Alegria não esconde o seu amor que sente pela menina (num momento extremamente tocante), mas precisará compreender que a dor, por vezes, é necessária e faz com que os momentos de felicidade se tornem ainda mais especiais quando eles acontecem.
A partir daí, a união de Alegria e Tristeza que, antes aparentava rivalidade, se torna essencial para que Riley possa encarar as mudanças que estão acontecendo em sua vida. A felicidade é boa, mas ela não faz nenhum sentido sem os momentos ruins. É aí que o estúdio ousa de uma forma bonita, já que isso nada mais é do que uma critica (indireta) à indústria de antidepressivos e remédios do tipo, que tentam retrair as emoções para que a vida seja mais “controlável”. Cair em lágrimas, como o filme tão bem mostra, às vezes é necessário.

Aplaudido em pé no ultimo festival de Cannes, Divertida Mente é desde já um dos filmes mais criativos e originais dos últimos anos do estúdio. Fazendo com que a gente não somente respeite os bons momentos de nossas vidas, como também as nossas próprias tristezas, que dão lugar a momentos melhores ainda.

10 de janeiro de 2014

Frozen - Uma aventura congelante (2013)

Desde que o pai da Pixar, John Lasseter, assumiu a DisneyToon Studios, parece que a casa do Mickey finalmente colocou o trem nos trilhos e tem, pelo menos, lançado um sucesso a cada final de ano sem a ajuda da Pixar ou de um filme da Marvel Studios. Neste meio tempo, foram lançados obras como, Enrolados, que retorna o sucesso das princesas no cinema e Detona Ralph, que fez um grande sucesso entre a garotada. Agora, em meio ao calor que nós, brasileiros, sentimos nesse momento, chega aos cinemas Frozen - Uma aventura congelante, que fortalece o retorno aos bons tempos que o estúdio fazia filmes baseados em contos de fadas. 

A co-diretora e roteirista Jennifer Lee, que comanda a produção ao lado do experiente Chris Buck (de Tarzan e Tá Dando Onda) fez uma adaptação livre do clássico conto “A Rainha da Neve”, do dinamarquês Hans Christian Anderson. Diferente de sua fonte de origem, a monarca aqui é uma vitima das circunstâncias e não uma vilã. A princesa Elsa, após sem querer ferir sua irmã mais nova, Anna, com seus poderes sobre o frio e o gelo, se torna uma criança fechada do mundo. Ao chegar o momento de assumir o trono, ela sem querer faz desabar uma nevasca em pleno verão, fugindo então desesperada.

Ao deixar o reino sob os cuidados do seu noivo (com quem noivou no primeiro dia que o conheceu), o príncipe Hans, Anna vai em busca de sua irmã, com a intenção de salvar sua família e seu reino, tendo como companhia um aventureiro vendedor de gelo Kristoff, a rena Sven e o boneco de neve encantado e engraçado Olaf, encontrando no caminho perigosos seres como lobos e gigantes de gelo.
No final das contas Frozen é uma aventura sobre descobertas de si mesmo e aceitar da maneira como a pessoa é. Elsa sempre se fechou, fugindo de quem ela era e com medo de machucar aqueles que ela amava. Anna, por sua vez, sempre teve o desejo de ser uma grande aventureira, sair pelo mundo, encontrar um amor verdadeiro, mas sempre tentando resgatar sua irmã do mundo em que ela se fechou. Embora os personagens Kristoff e Hans sejam essenciais para a trama, os arcos dramáticos das irmãs são os verdadeiros momentos chaves e dramáticos do filme. 

Claro que, por ser baseado em um conto de fadas, o estúdio traz de volta algumas fórmulas que fizeram sucesso no passado, embora desconhecidas para essa nova geração, acaba ainda funcionando. Mas é aí que, quando eles usam aquela velha história da princesinha se apaixonar por um príncipe no primeiro dia que ela conhece, eis que o próprio estúdio, que tanto venerou isso no passado, tira o maior sarro, rendendo um momento engraçado e outro inesperado, gerando então uma dança nas cadeiras, que embora forçada, também valeu como uma boa tentativa de se inovar. No entanto, isso tudo se torna irrelevante quando a trama foca em Elsa, talvez a personagem mais bem desenvolvida e trágica do longa. 

O coração do filme bate mesmo é na relação complicada entre as duas irmãs que, embora se amem, a maldição do gelo de Elsa faz com que se separem. Se muitos pensam que o mascote mágico Olaf serve apenas como alivio cômico (e certeiro) nos momentos em que surge, saibam que ele é essencial para formar um elo entre o passado e o presente das duas e fazer com que ambas fiquem juntas novamente. 
Visualmente o filme é de um esplendor magnífico, sendo que o castelo de gelo de Elsa é de uma magnificência estupenda e muito bem desenhada. Com relação ao visual dos personagens, são todos assim redondinhos, que remete a outro grande sucesso do estúdio Enrolados e não me admira que as duas princesas se tornem bonecas para serem vendidas nas lojas. Embora o 3D seja dispensável em alguns momentos, ele torna incrível a profundidade nos cenários, principalmente nos momentos que focam o reino das duas princesas.

Tecnicamente a maior peça chave de sucesso do filme, são os números musicais. Claro que muitos torcem o nariz quando eles surgem na história, mas se eles forem usados para fluir melhor a história, então é mais do que válido, principalmente se são muito bem feitos. A seqüência em que Elsa se sente à vontade para usar os seus poderes como bem entender é, talvez, o melhor momento musical do filme, que dificilmente o público não irá se identificar com ela. 

Embora com um final amarradinho e bem previsível, Frozen – Uma Aventura Congelante é uma ótima pedida para todas as idades. Embora ajam doses de lição de moral bem acavales também há certas nuances adultas e que poderá agradar até mesmo o público mais velho e exigente. Disney aprendendo muito bem a usar as fórmulas de sucesso que a Pixar tão perfeitamente criou.


17 de janeiro de 2013

O Hobbit - Uma Jornada Inesperada (2012)

Peter Jackson nos traz de volta à Terra Média e só nos resta agradecer pela ótima viagem. 

Minha principal preocupação com a adaptação de O Hobbit para o cinema é justamente o oposto da minha preocupação com a do Senhor dos Anéis. Enquanto a primeira adaptação cinematográfica da obra de Tolkien tinha o desafio de condensar muita história em três filmes, O Hobbit tem que preencher três filmes com a história de apenas um livro. Enquanto se percebe claramente que a história foi "esticada" em Uma Jornada Inesperada, a genialidade de Jackson apenas faz com que o espectador note isso como um cuidado a mais num relato que não deixa nenhum detalhe passar em branco. 

A cena de abertura não perde em nada quando comparada com a abertura épica de A Sociedade do Anel. O filme tem um visual um pouco mais lúdico do que os filmes anteriores e isso representa um grande respeito ao espírito original da história, notoriamente direcionada a um pública mais jovem do que o Senhor dos Anéis

A trama se passa 60 anos antes da história de A Sociedade do Anel e conta a jornada da companhia de anões comandada por Thorin Escudo de Carvalho e sua missão de recuperar o reino anão de Erebor que foi destruído e teve todos os seus tesouros roubados pelo dragão Smaug. Aconselhado pelo mago Gandalf, Thorin resolve solicitar a ajuda do até então pacato hobbit Bilbo Bolseiro. 

O filme é repleto de pequenos momentos que se relacionam profundamente com a trama de o Senhor dos Anéis, mas consegue ter valor próprio. Jackson demonstra mais uma vez que não sofre da síndrome de George Lucas e consegue igualar grandes espetáculos visuais com interpretações sólidas de seus atores. Aqui ele é especialmente feliz pois as melhores interpretações são as dos três atores mais importantes para a trama. Martin Freeman como Bilbo, Ian McKellen como Gandalf e Richard Armitage que interpreta Thorin entregam as melhores interpretações do longa metragem que tem 2 horas e 46 minutos.
McKellen é especialmente feliz no resultado pois consegue sutilmente mostrar um Gandalf ainda inalterado pelos eventos do Senhor dos Anéis, se mostrando um pouco menos sábio e mais inseguro e sugerindo novas nuances para um personagem que já parece um membro da família para os fãs da trilogia original.

A trilha sonora é um espetáculo à parte. Howard Shore dá um show do início ao fim. O tema dos anões é facilmente identificável, simples e bonito e todos os temas novos são próximos o suficiente dos temais originais para que sejam imediatamente reconhecidos como a trilha da Terra Média.
Hobbit é declaradamente uma aventura e cumpre sua função como filme de uma trilogia assinada por Jackson: deixar o espectador esperando por mais.



2 de junho de 2012

MADAGASCAR 3: OS PROCURADOS (Madagascar 3: Europe's Most Wanted, 2012)

Madagascar 3 dá outro sentido à trama iniciada no primeiro filme, em uma continuação engraçada, porém, simplória. O filme estreia no próximo dia 8 de junho, mas, graças ao convite do Clube do Assinante Zero Hora, estivemos presentes na pré-estreia e contamos a você o que precisa saber sobre esta sequência.

No primeiro filme - de 2005 - alguns animais fogem de um zoológico em Nova Iorque e acabam desembarcando em Madagascar, o paraíso selvagem no leste africano: um leão mimado (Alex), uma zebra com complexo de inferioridade (Marty), uma girafa hipocondríaca (Melman), uma hipopótamo vaidosa (Gloria) e quatro pinguins geniais (Capitão, Kowalski, Rico e Recruta). Nesta trama inicial, eles aprendem a sobreviver na ilha junto a um bando de lêmures, que seguem o rei Julien e seu "fiel" ajudante Maurice.

Na expectativa de voltar para Nova Iorque e reencontrar seu zoo, os animais partem junto com a corte do Rei Julien em um avião montado por pinguins e macacos, mas acabam caindo no coração da África. Eis a premissa de Madagascar 2 (2008), onde Marty, Melman e Gloria conhecem outros de sua espécie, enquanto Alex reencontra sua família original e acaba se enfiando na disputa de poder entre seu pai e seu tio. Resolvida a trama, Alex passa a reinar sobre os animais da África junto com seu pai, sua família e seus amigos.

Em Madagascar 3, os pinguins foram embora com os macacos para os cassinos de Monte Carlo, na Europa, em busca de dinheiro e fortes emoções. Ainda na expectativa de retornar ao seu zoológico, Alex insiste para seus amigos irem juntos a Monte Carlo, encontrar os pinguins, pegar o avião e voltar ao lar original. Ao encontrá-los, a turma chama muita a atenção e a polícia coloca a Capitã Chantel DuBois em seu encalço, uma mulher amargurada que detesta bichos, a não ser como troféus em sua parede. Na fuga, eles buscam proteção junto aos animais de um circo itinerante com destino a Roma, Londres e Nova Iorque.
Novos animais, novos amigos, nova aventura. Alex (Ben Stiller), Marty (Chris Rock), Melman (David Schwimmer) e Gloria (Jada Smith) vão transformar o circo em algo revolucionário. Um tigre russo destemido, uma leoparda elegante e ágil, um leão marinho italiano, cachorros adestrados, éguas bailarinas, elefantes equilibristas e uma ursa ciclista são os elementos necessários para  o espetáculo. No fim da trama, a mensagem que fica é: "Saia da sua zona de conforto, aproveite a aventura da vida e entenda que você pode encontrar amigo e ser feliz em qualquer lugar".
A veia cômica do filme é o nonsense imaturo que guiou bem a carreira dos comediantes escolhidos para as vozes dos personagens principais - Stiller, Schwimmer e Rock - além de Sacha Baron Cohen como o inusitado rei Julien. As piadas conseguem arrancar boas gargalhadas, principalmente em uma exibição com a plateia, em sua maioria, entre 3 e 10 anos de idade. 
O roteiro, no entanto, demonstra uma série de falhas, além de ser pouco criativo. Esta sequência praticamente ignorou toda a história anterior, com exceção do fato do bando ter fugido do zoológico nova-iorquino. Não há, em absoluto, nenhuma alusão aos personagens do segundo longa animado, nem ao menos à família de Alex. Um erro enorme, dado o fato de que, no final de Madagascar 2, o espectador sentia-se seguro de que os animais estavam felizes na África. O início do terceiro filme rompe com a odisseia criada anteriormente e joga os personagens centrais em outro enredo.

Tudo isso seria tolerável se o longa fosse mais envolvente e abusasse mais dos antagonistas na trama, porém não é o que acontece. A vilã, DuBois, é uma simples megera. A violência aos animais é gratuita e os roteiristas poderiam ter explorado a origem deste mal para dar um tom de dramaticidade à obra.

Seu final, por mais previsível que seja, poderia ser épico. A meu ver, principalmente para um filme infantil, é necessário dar um toque a mais de moralidade: o vilão precisa ser vencido pelo próprio mal, ter a chance de se arrepender do que fez e de se transformar em alguém melhor, ou pagar caro por isso. Entretanto, esta personagem tornou-se apenas um elemento jogado na estrutura do filme como uma desculpa para a aventura dos personagens centrais.
O ápice do filme é efetivamente visual, pois a textura dos personagens e a fotografia digital são muito impressionantes. Mesmo para uma animação, alguns elementos parecem muito reais. Preciso admitir, ainda, que o efeito 3D funciona muito bem nesta obra, com diversas cenas de sacudir a cabeça.

No geral, o filme é cativante e engraçado, mas um espectador mais exigente, assim como os fãs de Madagascar, podem se decepcionar um pouco. Confiram o trailer abaixo, vejam o filme e comentem aqui o que acharam.

Até a próxima!


Distribuidora: Dreamworks
Gênero: Animação
Direção: Eric Darnell
Elenco: Vozes de Sacha Baron Cohen, Cedric the Entertainer, Jada Pinkett Smith, Andy Richter, Chris Rock, David Schwimmer, Ben Stiller.
Duração: 90 min
Classificação: Livre

3 de dezembro de 2011

Gato de Botas (Puss in Boots, 2011)

Filme infantil traz o clima 'nonsense' de Shrek de volta às telas, cativando crianças e adultos.

A convite do Clube do Assinante Zero Hora, estivemos na pré-estreia de Gato de Botas. O longa de animação mistura a fantasia de antigos contos de fadas com a cultura hispânica, arraigada nos latinos norte-americanos.

Derivado da franquia Shrek, a nova história do Gato de Botas é independente das outras. Na verdade, em teoria, ela ocorreria antes de Shrek 2, quando apareceu pela primeira vez este que é o gato mais querido do Cinema, desde Chatran. Na trama, o Gato encontra a possibilidade realizar um desejo de infância: encontrar os famosos 3 feijões mágicos, que o levariam ao castelo do gigante das nuvens para pegar os ovos de ouro. Porém, no caminho, ele conhece a charmosa gata Kitty "Pata Mansa" e reencontra seu amigo de infância, o ovo Humpty Dumpty, com quem teve uma rixa há muito tempo. Juntos, os três embarcam numa aventura onde a confiança será colocada à prova até o fim.

O filme tem toda uma estética de westerns e fica evidente o peso da cultura latina. A sensualidade e paixão, típicas das danças espanholas, regem os movimentos dos gatos. Além disso, algumas pitadas do humor e o sotaque dos personagens, demostram a importância do público latino para a cultura americana atualmente, bem como para Hollywood.

Produzido pela Paramount e pela DreamWorks, a direção ficou a cargo de Chris Miller (de Shrek Terceiro). O filme traz as vozes de Antonio Banderas como o Gato de Botas, Salma Hayek no papel da maliciosa gata Kitty Softpaws e Zach Galifianakis como o ovo Humpty Dumpty, além das participações de Gillermo del Toro e Billy Bob Thorton. 
O longa é bem animado, nos dois sentidos. No primeiro, posso dizer que ainda me impressiono com a tecnologia das animações digitais, as texturas e a fotografia cada vez mais realistas. Gato de Botas representa perfeitamente este momento do Cinema e, dessa vez, tenho que admitir que o 3D foi muito bem aproveitado.

No segundo sentido, reforço que o filme é muito engraçado, não só para as crianças. Ele te leva, muitas vezes, a pensar que na próxima cena vai ocorrer o óbvio, mas surpreende com algo melhor e mais engraçado, típico da franquia Shrek, com suas piadas sem noção, que só adultos entendem. Há também momentos de drama intenso, como numa cena em que o Gato de Botas é preso numa cela escura; não eram poucas as crianças que choraram de tristeza profunda nesse momento. Na verdade, isso é algo recompensador: ir ao Cinema e ver como as pessoas, principalmente as crianças, deixam suas emoções aflorarem durante a exibição. Para mim, se um filme consegue fazer alguém rir e chorar, já tem seu mérito.

Não posso deixar de comentar também uma frase dita no filme, que é a mais pura verdade: "Donos de gatos são loucos". Digo isto com propriedade, pois sou dono dos felinos Gisele e Gilberto.

Gato de Botas estreia na próxima sexta-feira, dia 9 de dezembro e é a grande produção deste final de ano. Adulto ou criança, não perca, pois vale a pena!

26 de agosto de 2011

Dicas de Estreias 26/08/2011: Planeta dos Macacos; Amor a Toda Prova; Reino dos Felinos


Planeta dos Macacos: A Origem (Rise of the Planet of the Apes, 2011)

O filme traz uma história que se passa num perído anterior à do Planeta dos Macacos, tanto da original com Charlton Heston (1968), como a com Mark Wahlberg (2001). A nova trama traz James Franco (de 127 Horas) como Wiil Rodman, uma cientista que faz experiências com Chimpanzés em laboratório. Andy Serkis (de O Senhor dos Anéis) dá vida a César o símio que desenvolve inteligência e lidera uma revolução dos macacos contra humanos.

O filme ainda conta no elenco com Tom Felton (da saga Harry Potter), John Lithgow e Freida Pinto (de Quem Quer Ser Milionário?). Rupert Wyatt, que tem pouca experiência, assumiu a direção do projeto, mas o filme está bem comentado e pode ser uma experiência interessante.



Amor a Toda Prova (Crazy, Stupid, Love, 2011)

Com um elenco bem conhecido (Steve Carell, Julianne Moore, Kevin Bacon, entre outros) o film trata de um quarentão que tenta esquecer a ex-mulher. Nisso, faz amizade com um cara de 30 anos que vai lhe ensinar a ser solteiro de novo.

Saiba porque recomendamos, confira aqui a crítica do Vínicio Oliveira.




Reino dos Felinos (African Cats, 2011)

Apesar da badalação pela reedição de O Rei Leão (1994) em 3D, o que me chamou atenção são outros reis da savana. Em documentário, o filme se propõe a mostrar os sentimentos de amor, humor e determinação dos felinos africanos, contando a história de Mara, filha de uma leoa; de Sita, uma guepardo que, solteira, irá cuidar dos seus filhotes recém-nascidos; e de Kali, um majestoso leão que irá lutar pelo seu lar, após ser banido do seu bando.

Parece ser uma bela história, com a bela fotografia que a savana proporciona. A narração, em inglês, é do Samuel L. Jackson.

5 de agosto de 2011

Estreias: Os Smurfs; Quero Matar Meu Chefe; Melancolia

Os Smurfs (The Smurfs, 2011)

De Raja Gosnell. Com Hank Azaria  e vozes de Anton Yelchin e  Katy Perry, entre outros. O filme é baseado nos famosos personagens de desenho animado. Desta vez, Papai Smurf e alguns de seus filhos acabam em Nova York na tentativa de fugir do malvado Gargamel. E é na "Big Apple" que eles vão encontrar a maior de suas aventuras.

A grande promessa do fim de semana e um dos mais esperados do ano. Em breve publicaremos nossa crítica.



Quero Matar Meu Chefe (Horrible Bosses, 2011)

De Seth Gordon. Com Jason Bateman, Charlie Day, Jason Sudeikis, Kevin Spacey, Jennifer Aniston, Donald Sutherland, Colin Farrell, Jamie Foxx.

Esta comédia, com um bom elenco, promete. Na história, Nick, Kurt e Dale são três trabalhadores infelizes que acham que a única coisa que faria a monótona rotina mais tolerável seria se livrar permanentemente dos seus chefes... Após uns drinks a mais e o conselho de um ex-presidiário, eles montam um plano infalível




Melancolia (Melancholia, 2011)

Do polêmico diretor Lars von Trier, aquele que foi banido do festival de Cannes, após dizer que compreendia as ações de Hitler. O filme conta com um bom elenco, formado por Kirsten Dunst, Charlotte Gainsbourg, Kiefer Sutherland e John Hurt.

Este drama, com um fundo de ficção científica, mostra Justine e Michael celebrando seu casamento em uma festa suntuosa na casa de sua irmã Claire e cunhado John. Enquanto isso, o planeta, Melancolia, está se aproximando da Terra. O acontecimento abala relações, confiança em si mesmo e o medo de que o Melancolia se choque com a Terra.

Um filme curioso, que talvez exija um olhar mais atento para uma crítica mais profunda.





19 de maio de 2011

Piratas do Caribe: Navegando Em Águas Misteriosas (Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides, 2011)

A convite da minha querida amiga, Karina Fröhlich, da Zero Hora, o Cinema Sem Frescura marcou presença na Premiere do novo filme dos Piratas do Caribe, da Walt Disney, no CineSystem do Shopping Total, em Porto Alegre, com exclusividade. Confira à minha crítica do filme Navegando em Águas Misteriosas:

O novo filme traz de volta alguns poucos personagens da primeira trilogia, como o protagonista Jack Sparrow (Johnny Depp), seu amigo (e arquinimigo) Barbossa (Geofrey Rush), o primeiro imediato do Pérola Negra, Gibbs (Kevin McNally) e o pai de Sparrow, Capitão Teague (Keith Richards, dos Rolling Stones). Esqueçam Orlando Bloom e Keira Knightley, que eram os protagonistas dos primeiros, a nova saga traz a charmosa Penélope Cruz no Papel da bela Angélica, uma ex-namorada de Sparrow, com muita mágua e, consequentemente, muita paixão, mas com um pequeno problema, é filha do pior dos piratas do mundo, o Barba Negra (Ian McShane).

O filme traz uma nova aventura do Capitão Jack Sparrow que, de volta em Londres, descobre que alguém se passando por ele está recrutando marujos para uma nova empreitada. Tudo não passava de uma armação para encontrarem o original, peça fundamental para que o terrível pirata Barba Negra encontre a Fonte da Juventude, pois só Jack conhece o caminho. Entre todas as enrascadas, a aventura vai contar com a disputa com os espanhóis pelos tesouros do mundo e um Barbossa "convertido" a serviço de Vossa Majestade, o rei da Inglaterra, mas o pior será ter que capturar uma sereia para que o ritual na fonte da juventude dê certo.
A trama, infantil, é ainda mais simples e menos épica que as histórias contadas na primeira trilogia. A trama tem alguns furos e certos elementos não foram tão bem explorados como poderia ter sido, como a própria corrida pela Fonte da Juventude contra os espanhóis, mas nada que comprometa a história com seu público-alvo.

A belíssima fotografia do filme, rodado no Havaí, por si só já bastariam para conferir o filme. No entanto, muito além de uma boa direção e uma bela fotografia, está o peso de Johnny Depp, Penélope Cruz e Geofrey Rush na tela; Depp parece não interpretar, tamanha a naturalidade na atuação de um personagem que já povoa o imaginário de uma nova geração. Não pude deixar de reparar no fato de que, qualquer frase ou gesto de Depp em cena, arrancavam as gargalhadas mais sinceras da plateia, mesmo que nem fosse algo assim tão cômico.

Uma boa comédia com tom de aventura. Fãs de Depp e da série de filmes dos piratas caribenhos, não podem perder. Não recomendo a versão 3D, pois o filme não explora profundamente este efeito e tem muitas cenas noturnas, o que dificulta a nitidez com os óculos especiais; Se tiver a opção, opte por 2D, é mais barato e não faz falta. Estreia nesta sexta-feira, nos melhores cinemas.

Última dica: Esperem o final dos créditos, cena extra especial.

18 de março de 2011

ESTREIAS: Invasão do Mundo, Jogo de Poder, Sexo Sem compromisso...

As estreias de hoje são para todos os gostos e fizemos uma seleção completa para vocês.. Confiram!

Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles (Battle: Los Angeles, 2011)

Durante anos, foram registrados vários casos de aparições OVNIs em diferentes lugares no mundo - Buenos Aires, Seul, França, Alemanha, China. Mas em 2011, o que eram apenas aparições vão agora se tornar uma assustadora realidade onde a Terra é atacada por forças desconhecidas. Enquanto as pessoas em todos os lugares assistem às grandes cidades do mundo caírem, Los Angeles se torna o último posto para a humanidade numa batalha inesperada. É então que um sargento da Marinha (Aaron Eckhart) e seu novo pelotão desenham um novo destino na areia enquanto combatem um inimigo como nunca haviam visto antes.







Animais Unidos - Jamais Serão Vencidos (Konferenz der Tiere, 2010)

Um grupo de animais é forçado a sair de seu habitat por causa da destruição causada pelos humanos. Eles vão para a África. Mas lá, um hotel de luxo está usando toda a água e não há mais nada para os animais. Agora, eles vão se unir para salvar a natureza, travando uma guerra contra os humanos.












Eu Sou o Amor (I Am Love, 2009)


Uma trágica história de amor ambientada na virada do milênio em Milão. O filme acompanha a queda da alta burguesia, devido à força da paixão e do amor incondicional.















Jogo de Poder (Fair Game, 2010)


A identidade secreta da agente da CIA Valerie Plame (Naomi Watts) é revelada por oficiais da Casa Branca  após seu marido, Joseph Wilson (Sean Penn), ter escrito no The New York Times, em 2003, sobre a acusação do governo Bush de que o Iraque possuía armas de destruição em massa era uma mera desculpa.













Assassino à prexo fixo (The Mechanic, 2011)


Arthur Bishop é um “mecânico” – um assassino de elite com um código restrito e um talento único para eliminar alvos. Quando seu mentor, e amigo, Harry é assassinado, Bishop define sua próxima missão – matar aqueles responsáveis pela morte de Harry. Tudo se complica quando o filho de Harry, Steve, se aproxima com o mesmo desejo de vingança e disposto a aprender as técnicas de Bishop. O problema é que Bishop sempre agiu sozinho. Uma aliança mortal nasce, e Bishop terá que enfrentar traições e decepções enquanto aqueles que foram contratados para resolver o problema se tornam, na verdade, o próprio problema.








Sexo Sem Compromisso (No Strings Attached, 2011)

Adam (Ashton Kutcher) anda meio enrolado com as mulheres e não há nada que o prenda num relacionamento. Emma (Natalie Portman) trabalha muito num hospital e mal tem tempo para encontrar seu amor. Os dois eram grandes amigos até o belo dia em que resolveram ter uma transa, sem compromisso, e o que parecia ser uma boa "válvula de escape" começa a ganhar contornos de algo mais sério e o que era somente amizade pode se tornar em um grande romance. Resta saber se isso pode ou não dar certo.










Não me abandone jamais (Never Let Me Go, 2010)

Baseado num elogiado best-seller de Kazuo Ishiguro, Não me Abandone Jamais  é uma bela história de amor, perda e verdades encobertas. Kathy (Carey Mulligan), Tommy (Andrew Garfield) e Ruth (Keira Knightley) passam a infância em Hailsham, na Inglaterra, um aparentemente idílico colégio interno onde descobrem um segredo sombrio e assustador sobre seu futuro. Ao deixarem a proteção da escola para trás e se aproximarem cada vez mais do terrível destino que os aguarda quando se tornarem adultos, eles terão de lidar com sentimentos profundos de amor, ciúme e traição que ameaçam separá-los.







Mais Lidos do blog