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7 de julho de 2017

SEQUÊNCIA DE “JURASSIC WORLD” JÁ TEM TÍTULO NACIONAL E DATA DE ESTREIA

Com o título “Jurassic World: O Reino Está Ameaçado”, longa chega aos cinemas brasileiros em 21 de junho de 2018
A Universal Pictures acaba de divulgar o título nacional da sequência de “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros”, uma das bilheterias mais expressivas de 2015, com mais de R$ 90 milhões em renda apenas no Brasil. “Jurassic World – O Reino Está Ameaçado” (Jurassic World: Fallen Kingdom) chega aos cinemas brasileiros em 21 de junho de 2018.

A nova produção, que contará com direção de J.A. Bayona, de “O Impossível”, traz de volta toda a nostalgia, aventura e emoção de uma das franquias mais populares e queridas do cinema. No filme, Chris Pratt e Bryce Dallas Howard voltam ao elenco ao lado de James Cromwell, Ted Levine, Justice Smith, Geraldine Chaplin, Daniella Pineda, Toby Jones, Rafe Spall, e dos já conhecidos da série BD Wong e Jeff Goldblum.

O filme é uma distribuição da Universal Pictures, em parceria com a Amblin Entertainment, e traz Steven Spielberg e Colin Trevorrow como produtores executivos.

6 de outubro de 2016

SETE HOMENS E UM DESTINO (The Magnificent Seven, 2016)

Baseado no clássico "OS SETE SAMURAIS" de Akira Kurosawa, o filme é mais uma adaptação ao estilo Western. Apesar do esforço do Cineasta Antoine Fuqua (Invasão à Casa Branca e Dia de Treinamento), a produção fica muito aquém do sucesso de 1960. A comparação é inevitável.

O filme certamente não é um remake da já adaptada filmagem pelo genial Diretor John Sturges, mas uma nova visão sobre a história clássica dos samurais contratados para defender um vilarejo. Desta vez, ele se utiliza de cowboys, foras-da-lei e caçadores-de recompensa para montar o grupo que irá defender a população de uma pequena cidade americana, subjugada por um magnata do ouro, no auge da exploração no Velho Oeste.

Ele aposta também em um ótimo elenco (Denzel Washington, Chris Pratt, Ethan Hawke, Vincent D'Onofrio, entre outros menos famosos), como no de 1960 (que contava simplesmente com Eli Wallach, Steve McQueen, Charles Bronson, James Coburn, Robert Vaughn e Yul Brynner). No entanto, a meu ver, não há uma unidade, ou melhor, há pouca afinidade no grupo dos 7 cavaleiros deste novo filme. A melhor dupla deveria ser Cris Pratt e Denzel, mas eles parecem deslocados... Há poucos ensinamentos sobre Justiça e a luta entre fazer o que é certo ou fugir do problema. O filme passa a mensagem de forma clara, mas superficial, bem como as motivações dos personagens por embarcar na árdua missão de combater um exército de mais de 200 homens.

O novo filme faz algumas referências ao original japonês de Kurosawa (como a cena final), e trabalha os personagens com personalidades bem distintas.
A Direção de Arte aposta na influência de clássicos do western, como Três Homens em Conflito, e sua trilha sonora é precisa. A fotografia é belíssima, mas não tem tomadas deslumbrantes como o mais recente Os 8 Odiados. O foco do filme é mesmo as cenas de ação, muito bem montadas.

No fim, nota-se como um bom entretenimento, mas não chega para ser um clássico como seus antecessores.

17 de junho de 2015

Jurassic World (2015)

O texto de hoje é uma contribuição do gaúcho Rodrigo Gomes, bacharel em Direito e professor de cursos de Administração. Curtam!

Neste último fim de semana, embalado e ainda um pouco embebido pela data dos enamorados, resolvi levar a “excelentíssima” ao cinema. No estacionamento do shopping, que até não estava tão cheio para um sábado, comecei a raciocinar que filme iríamos ver. Estava pensando em um filme de ação ou uma comédia. Ela, provavelmente, em um drama ou uma comédia romântica, afinal a pouco tinha sido o dia dos namorados. Mas, quando peguei aquele folhetinho que indica os filmes da semana, bum!!! Fui projetado para o ano de 1993. E que ano! Ainda se contabilizava em cruzeiros reais, celulares eram Motorola, o computador de ponta era um 486, o jogo eletrônico que “bombava” era o Prince of Persia, e, naquele ano, Steven Spielberg nos apresentava Jurassic Park. Eu me recordo que fui assistir com meus irmãos no falecido Cine Ipiranga, na Andradas, no centro de Porto Alegre – umas das melhores lembranças de minha infância. Naquele ano tudo era sobre dinossauros, começamos a falar sobre velociraptors, estegossauros, braquiossauros, sobre bichos que nunca havíamos ouvido falar; foi o ano dos dinossauros. Agora, ali na fila do cinema, em 2015, eu tinha voltado aos meus 11 anos de idade.

O filme foi realizado por outro diretor, não é mais Spielberg que o dirige, ele é apenas produtor da franquia, mas todos os elementos estão lá. Mais uma vez somos apresentados a um parque, só que desta vez ele está aberto ao público, bancado por um bilionário indiano e os dinossauros são apresentados como atrações comuns de um zoológico, utilizado inclusive como diversões de crianças, como se fossem pôneis. O ponto alto do filme realmente é a nostalgia; é fazer você retornar ao filme de 1993, tanto que a dinâmica do primeiro é vista quase que integralmente neste novo filme. Temos um casal disfuncional, um adestrador de animais (velociraptors!) vivido Chris Pratt (de Guardiões da Galáxia), a linda administradora do parque vivida pela atriz Bryce Dallas Howard (de Histórias Cruzadas), os sobrinhos da administradora que vão visitar o parque, os atores mirins Ty Simpkins e Nick Robinson e uma trama, um pouco batida, de intriga empresarial - um funcionário descontente e corporações que querem utilizar a engenharia genética do parque para outros fins.
No entanto, mesmo que seja um reboot que não é reboot, Jurassic World não decepciona com seus efeitos. O 3D do filme é muito bom, tem momentos que o expectador cola as costas na poltrona de expectativa e nos momentos de suspense. Sustos são garantidos para esta aventura que mistura um pouco de comédia e suspense, na medida em que cada vez mais dentes e garras são colocados na telona. Um filme de sessão da tarde, pipoca e refrigerante na mão, voltei a ser criança.

Rodrigo Gomes


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