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14 de janeiro de 2016

DICA DE CINEMA

A GRANDE APOSTA
14 DE JANEIRO NOS CINEMAS
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SOBRE O FILME
Lançamento: 14/01/2016
Direção: Adam Mckay
Produção: Dede Gardner, Brad Pitt
Elenco: Brad Pitt, Steve Carrell , Ryan Gosling, Christian Bale, Finn Wittrock
Sinopse: Inspirado no livro homônimo, o filme estrelado por Brad Pitt narra a história de um empresário que conseguiu um lucro recorde em suas empresas - mesmo na crise que abalou o sistema imobiliário e, consequentemente, a economia dos Estados Unidos na década de 2000.



5 de dezembro de 2015

DICA DE CINEMA

À BEIRA MAR
03 DE DEZEMBRO NOS CINEMAS
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SOBRE O FILME
Lançamentos: 03/12
Gênero: Drama                                              
Elenco: Brad Pitt, Angelina Jolie Pitt, Mélanie Laurent, Melvil Poupaud, Niels Arestrup e Richard Bohringer
Roteiro e direção de: Angelina Jolie Pitt                                                                                                      
Produção: Brad Pitt e Angelina Jolie Pitt
Produção Executiva: Chris Brigham, Michael Vieira e Holly Goline-Sadowski

Sinopse: Escrito, dirigido e produzido pela vencedora do Oscar, Angelina Jolie Pitt, À Beira Mar é o segundo trabalho de direção da atriz, em parceria com a Universal Pictures, depois de “Invencível”. O drama, que traz Brad Pitt e Jolie Pitt, ainda conta com um Mélanie Laurent, Melvil Poupaud, Niels Arestrup e Richard Bihringer no elenco.
À Beira Mar segue um escritor americano chamado Roland (Pitt) e sua esposa, Vanessa (Jolie Pitt), que chega a um tranquilo e pitoresco resort beira-mar na França de 1970, seu casamento em aparente crise. Enquanto eles passam seu tempo com amigos de viagem, incluindo os recém-casados Lea (Laurent) e François (Poupaud), e os moradores locais Michel (Arestrup) e Patrice (Bohringer), o casal começa a chegar a um acordo a respeito de problemas não resolvidos em suas vidas.
Em seu estilo, e seu tratamento acerca de temas da experiência humana, À Beira Mar é inspirado pelo cinema e teatro europeus dos anos 60 e 70.
Jolie Pitt se juntou com uma equipe chave atrás das câmeras, que inclui o diretor de fotografia Christian Berger (“A Fita Branca”), que usou seu Cine Reflect Lighting System nas filmagens; o designer de produção Jon Hutman (“Invencível”); a editora Patricia Rommel (“A Vida dos Outros”); e a figurinista Ellen Mirojnick (“Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme”). Brad Pitt se junta a ela nas tarefas de produção, enquanto Chris Brigham (“A Origem”), Holly Goline (“Invencível”) e Michael Vieira (“Invencível”) são os produtores executivos.

24 de fevereiro de 2014

12 ANOS DE ESCRAVIDÃO (12 Years of Slave, 2013)

Steve McQueen, até o momento, dirigiu pouco, mas já falou muito. Desde o filme Fome, de 2008, ele vem ganhando destaque por aqueles que procuram no cinema americano algo, no mínimo, diferente do convencional. Tanto Fome como Shame (2011) são dois dos belos exemplos de cinema, cuja a emoção nasce facilmente no espectador. Uma das características mais lembradas de McQueen é de sua parceria com o ator Michael Fassbender que, desde Fome, vem provando que ambos geram frutos genuínos no mundo da sétima arte, como 12 Anos de Escravidão que, para mim, é o melhor trabalho da dupla até então. 

12 Anos de Escravidão é um filme que, embora tenha chegado tardiamente, nos lembra do horror que foi os tempos da escravatura. Por ser baseado em uma história real, isso somente aumenta o aperto na garganta quando nos damos de cara com a insanidade do lado mais obscuro do ser humano, daqueles tempos em que se tratavam os negros como propriedade ou simplesmente animais para serem domesticados. O longa é baseado no livro - que dá título ao filme - escrito pelo próprio Solomon Northup, personagem principal da obra, vivido pela atuação espetacular de Chiwetel Ejiofor. Do inicio ao fim, ficamos perguntando por quê o ser humano age de formas tão animalescas, ao ponto de não ter como achar uma resposta razoável que satisfaça esses pensamentos. 

12 Anos de Escravidão é uma historia simples, mas que, infelizmente, disseca um período sombrio antes de tempos até mesmo difíceis como da iminente Guerra Civil americana. Assistimos à história de Solomon Northup, homem negro livre, casado e pai de um casal de crianças que, certo dia, é enganado por dois brancos com a promessa de tocar violino em um circo na Capital e acaba sendo vendido como escravo. Enviado para trabalhar nas fazendas do sul, Solomon enfrenta a realidade crua de milhares de escravos negros, sofrendo todos os abusos físicos e psíquicos oriundos da sociedade escravocrata dominada pelos brancos que se diziam serem seus mestres.
A obra é recheada por momentos marcantes e que nos fazem ter uma boa dose de reflexão tanto sobre a história dos EUA como também do Brasil, que teve seu regime escravocrata. É impossível não se encolher e ficar petrificado perante a primeira surra que Solomon recebe em cativeiro, logo após ter sido enganado. Embora cruéis e duras de se ver, percebo que as cenas de violência estão ali para tornar o filme melhor do que ele já é, sendo que elas não são jogadas na tela gratuitamente, mas sim para que a história flua de uma forma que não tem como imaginar sem elas.

McQueen, entretanto, optou por mostrar o terror nos rostos daqueles que eram castigados, ao invés de jorrar sangue na tela, sendo que foi uma decisão mais do que acertada. Cria-se então uma ligação entre espectador e os escravos, desejando que eles não estivessem em nenhum momento naquela situação terrível. O chicoteamento que ocorre no ato final da trama realizado pelo Mestre Edwin Epps (Fassbender) contra a escrava (Lupita Nyongo, espetacular) é uma das cenas mais marcantes e dolorosas do filme e que se torna cada vez pior, no momento que Solomon é obrigado, por seu senhor, a chicotear sua companheira.
Um fato curioso são as diferenças entre a sociedade negra estadunidense: os homens e mulheres negros nascidos livres chamam os escravos de "negros", em tom pejorativo, e não parecem se importar em, eles mesmos, terem escravos. Acho que Steve McQueen foi feliz na escolha de apontar esses preconceitos durante o filme: a obra mostra, com imparcialidade, os dois lados da sociedade escravocrata, mas que, obviamente, condena o tratamento dos homens brancos dados aos homens negros. Além de toda a tristeza que permeia o filme, o espectador se torna em revolta ao final da projeção, quando os letreiros finais contam o que ocorreu a Solomon e o julgamento de seus sequestradores.

O que mais me espanta é que fica a pergunta em nossas mentes após o filme: "Será que isso realmente mudou?" Sabemos que os EUA são uma sociedade extremamente racista e sabemos que o Brasil também é, sendo que são duas nações que têm sangue de escravos em suas mãos e que parecem não querer lavá-las tão cedo. Por isso, 12 Anos de Escravidão é um filme obrigatório e que merece ser visto.

Confira o trailer do filme:


18 de outubro de 2013

Guerra Mundial Z (World War Z, 2013)

Minhas expectativas para Guerra Mundial Z eram consideravelmente baixas. Os problemas nas filmagens, as brigas durante a pós-produção, a notícia de que foram necessárias refilmagens extensas de todo o terceiro ato do filme pareciam definir a qualidade do produto. O trailer não ajudou muito ao focar no que parecia serem zumbis ainda mais rápidos do que estamos acostumados a ver desde Madrugada dos Mortos e demonstrando um comportamento de mente coletiva, essa parecia ser uma ideia particularmente boba ou, pelo menos, muito fantástica para o tom mais realista do filme. Tudo parecia estar se encaminhando para um desastre de grandes proporções, porém eu fico bastante feliz em dizer que o filme é, na verdade, um dos melhores do gênero zumbi dos últimos anos.

O longa-metragem foi baseado no livro homônimo de Max Brooks. Eu já li o Guia de Sobrevivência Zumbi do mesmo autor e achei o texto bastante leve e engraçado. Obviamente o tom de Guerra Mundial Z deve ser bem diferente pois a trama apresentada no filme se leva absolutamente a sério, sem aquele sorriso cínico presente na ambientação da maioria das obras que envolvem zumbis hoje em dia. 

A trama do filme é posta em ação rapidamente e em questão de não mais que 10 minutos de filme os zumbis já estão presentes, dominando o mundo. A humanidade, como sempre despreparada, está encarando a sua extinção.
Brad Pitt interpreta Gerry, um ex-agente da ONU, que tem que salvar a família da ameaça zumbi enquanto é recrutado pelo governo para ajudar a encontrar algum tipo de cura para a praga que ataca em escala mundial. Um dos pontos interessantes aqui é que o personagem de Pitt é de fato um agente bastante treinado e capaz (tanto quanto possível) para lidar com situações extremas. É uma novidade bem-vinda finalmente assistir a um personagem que está preparado para agir em uma situação desesperadora como essa e Gerry acaba se mostrando cheio de recursos na maior parte do filme, capaz de improvisar baionetas e entender a transmissão do vírus zumbi em questão de segundos.
A história realmente tem um apelo bastante internacional e dá enfáse ao fato de que o problema está acontecendo em escala global. Gerry e sua familia estão nos Estados Unidos mas logo o agente se vê envolvido no combate à zumbis na Coréia do Sul, Israel e Inglaterra.

Eu mencionei problemas na pós-produção do filme e isso se deu principalmente por que Brad Pitt e o estúdio não ficaram satisfeitos com a versão final do filme e demandaram a completa refilmagem do terceiro ato do diretor Marc Forster. Originalmente, o terceiro ato envolveria Gerry em Moscou e mostraria grandes batalhas épicas contra os zumbis. Isso acabou sendo substituído pela trama na Nova Escócia que está presente no filme.
Normalmente eu fico do lado do diretor e da versão artística de sua obra, conforme originalmente imaginada, mas posso dizer que dessa vez as mudanças funcionam excepcionalmente bem. O filme tem sua conclusão recheada de tensão e suspense, mantendo o seu ponto forte naquilo que menos se esperaria de um filme que foi tão radicalmente modificado: o roteiro bem escrito.

A partir de um ponto específico, a trama deixa claramente de lado uma escala maior e mais épica e acaba focando em uma história sólida e amarrando a trama em detrimento de efeitos especiais e cenas de batalhas mais amplas.
As grandes qualidades aqui são o roteiro e a ambientação. A história é bem imaginada e quando parece que nada pior pode acontecer com Gerry, a situação fica ainda mais difícil, porém o filme muda a sua velocidade sabiamente antes de perder o controle. Os demais aspectos do filme variam entre o ordinário e o razoavelmente bom, mas nada se destaca. As interpretações dos atores coadjuvantes não prejudicam, mas também não destacam ninguém. A trilha sonora é de Marco Beltrami, que mais uma vez confirma que ele só sabe fazer músicas que podem não comprometer o filme, mas ninguém vai conseguir lembrar delas cinco minutos depois de ouvi-las.

No geral, Guerra Mundial Z é um filme sólido com ação arrebatadora, uma ambientação eficiente e uma boa história para contar. Aparentemente, em algum momento, os produtores tiveram que escolher entre serem fiéis ao livro que inspirou o filme ou romperem de uma vez com a história original. Eles escolheram a segunda opção e, na minha opinião, acertaram em cheio.


16 de janeiro de 2013

Mostras sobre QUENTIN TARANTINO invadem SP!

Muito ou pouco conhecedor de cinema, você com certeza já deve ter ouvido falar do cineasta Quentin Tarantino... Se não, dificilmente chegou até aqui sem assistir a pérolas de sua videografia como "Kill Bill", "Pulp Fiction" ou "Bastardos Inglórios". O cara é um dos maiores nomes da história do cinema na atualidade e, fato disso, é que o visionário diretor ganhará duas mostras na capital paulista.
A primeira se chama "Mondo Tarantino" e apresentará todos os filmes de Tarantino (com exceção do lançamento "Django Livre"). O festival irá de 20 de Fevereiro a 17 de Março no CCBB e de 25 de Fevereiro a 15 de Março no Cinusp. Além da exibição dos clássicos, o espectador poderá também assistir a filmes que o diretor colaborou (por exemplo "Sin City" e "Planeta Terror") e outros que colaboraram para a formação cinematográfica/criativa de Quentin Tarantino ("Taxi Driver" de Scorcese e "O Grande Golpe" de Kubrick). De quebra, a mostra exibirá também episódios de seriados dirigidos pelo cineasta (alguém aí lembra do George enterrado vivo em "CSI"? Genial).
Se não bastasse uma iniciativa tão legal dessas, saiba que pode melhorar: os ingressos saem por R$ 4,00 (entrada inteira) e R$ 2,00 (meia-entrada). Sou fã do cara, já vi todos os filmes (tenho a maioria, aliás) mas assisti-los numa tela de cinema são 'outros quinhentos'... Eu vou. E você?


26 de outubro de 2012

O HOMEM DA MÁFIA - Trailer Legendado


Killing Them Softly, de Andrew Dominik. Com Brad Pitt, Ray Liotta e James Gandolfini, juntos em um filme sobre um matador profissional que investiga um assalto a um jogo de pôquer protegido pela máfia.


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